Reputação de dispositivo como serviço. Uma chamada de API no seu login mantém do lado de fora o hardware que você já baniu — mesmo em conta nova, IP novo, e-mail novo.
Book de apresentação · 2026
O trapaceiro perde uma conta e cria outra na mesma cadeira, no mesmo PC. Banir custa caro pra você — investigação, tempo de moderação, decisão. Voltar custa zero pra ele. Todo controle em que o defensor paga mais que o atacante se perde no tempo.
Um e-mail descartável e trinta segundos no formulário. Você baniu uma linha da tabela, não uma pessoa.
VPN é grátis e troca num clique. Ainda pune quem divide conexão — e erra o abusador de verdade.
Contas são infinitas, IPs são alugáveis. O hardware físico na frente do abusador não é: comprar outro custa dinheiro de verdade. É a primeira barreira cujo custo de reentrada não é zero — e é isso que faz o ban grudar.
Dispositivo limpo. Deixa entrar, sem atrito pra quem não fez nada.
Bate com a sua banlist. Bloqueado — inclusive dentro de uma máquina virtual.
Sinal suficiente pra sinalizar, não pra bloquear. A decisão continua sua.
O SDK nunca bloqueia sozinho — ele coleta e entrega. Quem fecha a porta é o seu servidor, com o veredito em mãos. É de propósito: um cliente adulterado não consegue pular um check que mora onde o atacante não alcança.
O SDK lê os sinais de hardware e hasheia local.
Uma chamada: POST /v1/check, com a sua key.
O composto é avaliado no nosso servidor, não no cliente.
Veio BAN? Você recusa antes do login completar.
O diferencial não é o algoritmo — é você estar rodando hoje à tarde em vez de construir uma stack de fingerprint do zero.
Sete SDKs — ou nenhum: o gateway entra como proxy reverso na frente do seu app e você não escreve uma linha.
No modo de observação, tudo roda e nada é bloqueado. Você vê nos seus logs quem seria barrado, na sua base real de jogadores, antes de bloquear um único login. Descobre a sua taxa de falso positivo com os seus dados — não com a nossa promessa.
Vereditos chegam no log. Ninguém é bloqueado. Você compara com o que já sabe dos seus abusadores.
Confiou no que viu? Vira a chave e passa a bloquear. No seu tempo, com a sua evidência.
"Banir o dispositivo" significa coisas diferentes em cada negócio. O peso certo pra cada caso é o produto — a mesma API, o sinal que de fato serve ali.
O cliente não vota na própria confiança. Dizer "sou nativo" ou "tenho TPM" não vale nada — só prova criptográfica ganha precedência, e palpite sempre cede pra evidência real.
Nenhum sinal isolado decide. Quem trocou um HD não é banido por acidente — quem é banido cruzou um limiar de evidência real de hardware.
Subir uma máquina virtual pra resetar o hardware dispara detecção — um dispositivo descartável não conta como uma máquina nova e legítima.
Nossos caminhos de decisão são atacados por um revisor independente, de modelo diferente, que tenta quebrá-los — e o que ele acha, a gente fecha.
Não — por design. Isto não é um anti-cheat que mora dentro do seu app: sem processo residente, sem hook, sem driver de kernel, sem varredura contínua.
O coletor lê um punhado de identificadores, hasheia local e manda alguns KB. Só isso, uma vez.
Pesagem, banlist e análise rodam no nosso servidor — não na máquina do seu jogador.
Você define o tempo limite. Se a nossa API cair, seus jogadores entram do mesmo jeito.
Quem promete infalibilidade está te vendendo alguma coisa. Preferimos dizer exatamente onde o sinal é forte e onde ele é fraco: é isso que faz o produto ser confiável nos casos que importam.
Um sistema que lê identificadores de hardware devia deixar qualquer engenheiro atento desconfiado. Então: o número de série cru nunca viaja nem é armazenado legível — o que existe é um composto de hashes opacos.
Comparamos "esse hash bate com um hash banido". Não mantemos um catálogo dos seus jogadores.
Você decide por quanto tempo o dado vive, conforme o seu caso e a lei — não mais que isso.
O usuário barrado tem um caminho de contestação; o operador decide com a evidência em mãos.
Preços em acesso antecipado — os primeiros servidores ajudam a moldar os planos. Se o seu volume não encaixa, a gente ajusta.
Sem cartão, sem contrato, sem pegadinha. "Primeiros 10" é de verdade — é tudo que eu consigo integrar direito sozinho.
Cria o app, gera a key, roda o primeiro check em cinco minutos. O modo de observação significa que você não arrisca nada pra ver funcionando.
Falar sobre um pilotoHWID-Guard — reputação de dispositivo como serviço. A detecção é evidência ponderada, honestamente — não uma garantia.